Boas práticas de governança são estratégicas para fortalecer a Indústria

Cris Samorini, presidente da Findes, durante o lançamento do Comitê Governança para a Indústria | Foto: Diego Campos/CNI

Nesta terça-feira (3/5) foi lançado, em Brasília, o Comitê Governança para a Indústria, que tem a presidente da Findes, Cris Samorini, como coordenadora representando a CNI.

 

O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, destacou nesta terça-feira (3) que o compromisso com a transparência e a ética nos negócios é pilar fundamental para a atração de investimentos bem como para a sobrevivência e expansão das empresas. A afirmação foi feita durante a solenidade de lançamento do Comitê Governança para a Indústria, na sede da CNI, em Brasília.

Caberá à CNI coordenar o comitê, que será vinculado à Rede Governança Brasil (RGB). A parceria conta com o apoio do Instituto Latino-Americano de Governança e Compliance Público (IGCP) e terá a missão de aproximar o setor empresarial das boas práticas de governança, identificando gaps e propondo melhorias que resultem numa maior eficiência institucional.

Na avaliação de Robson Andrade, a iniciativa da Rede de criar o Comitê de Governança da Indústria e de convidar a CNI para liderar esse fórum é muito positiva, uma vez que reconhece a importância da participação do setor empresarial no esforço em favor da transparência e da responsabilidade em todos os níveis de gestão.

“A adesão às boas práticas de governança é estratégica para o fortalecimento e para a adequação do setor industrial brasileiro aos modernos princípios globais de credibilidade empresarial e de responsabilidade socioambiental”, pontuou o presidente da CNI.

Robson Andrade indicou a presidente da Federação das Indústrias do Estado do Espírito Santo (FINDES), Cris Samorini, para coordenar as ações do comitê. “Estou certo de que, com a experiência e a representatividade da CNI combinadas com a competente liderança da Cris, esse fórum será um importante canal de diálogo, de disseminação de boas práticas e de incentivo à adoção dos modernos padrões de governança nas empresas brasileiras”, disse o presidente da CNI.

 

Lançamento do Comitê Governança para a Indústria | Foto: Diego Campos/CNI

Primeira missão será diagnóstico sobre governança na indústria

Cris afirmou que buscará incentivar as indústrias a compartilharem boas práticas de gestão e, assim, contribuir para a transparência e responsabilidade em todos os níveis das organizações empresariais. “A indústria espera ampliar seu relacionamento com os demais componentes da rede, como o poder público, para trocar experiências e fomentar a pauta de forma interinstitucional”, disse.

Como primeira missão, ela anunciou que o comitê vai produzir um diagnóstico sobre os níveis de maturidade da governança e integridade no ambiente de gestão do setor produtivo. “É preciso compreender o cenário da governança, uma vez que atualmente não existe um mapeamento real do cenário das práticas de governança e integridade adotadas pelas pequenas, médias e grandes indústrias no Brasil”, explicou a presidente da Findes.

“É imprescindível conhecer esse nível de maturidade para detectar avanços a serem a impulsionados e dificuldades a serem mitigadas, no sentido de contribuir para a melhoria do ambiente de governança no país, sob o aspecto do setor privado”, acrescentou a coordenadora do comitê.

 

 

Ministro do TCU diz que indústria deve liderar país

Embaixador da RGB e ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Augusto Nardes enfatizou que o apoio da CNI, como representante maior da indústria nacional, será imprescindível para a transformação do país, a partir de ações de governança. “Temos capacidade de sermos criativos, de sincronizar o setor privado e público e de buscar as boas práticas. É a governança que nos dá essa possibilidade”, enfatizou. “A indústria brasileira pode e deve ser a grande líder de uma nação, combinando e sincronizando com os demais poderes e com os setores primário e secundário”, completou Nardes.

O presidente da Suzano, Walter Schalka, alertou que a governança e transparência são fatores essenciais para a indústria. Segundo ele, a multinacional do setor celulose tem investido fortemente nas agendas ambiental e de diversidade. “Temos um objetivo bastante claro de trabalhar com transparência como sendo pilar principal na nossa prática diária. É preciso investir muito em digitalização e inteligência artificial, pois isso vai permitir que os processos sejam mais ágeis e possam gerar decisões mais imediatas na organização”, destacou.

 

Por assessoria de Comunicação da CNI | Fotos: Diego Campos/CNI

RELAÇÕES COM A IMPRENSA | FINDES  

Beatriz Seixas – Assessoria de Imprensa 
Telefone: (27) 9.9909-7280
E-mail: [email protected]  

Siumara Gonçalves – Assessoria de Imprensa 
Telefone: (27) 9.9728-4606
E-mail: [email protected] 

Conteúdos Relacionados

Conteúdos Recentes

14 de abril de 2026
Indústria de Petróleo e Gás no ES deve investir mais de R$ 38 bilhões até 2031
14 de abril de 2026
Próximo pico da produção de petróleo no ES será em 2027
10 de abril de 2026
Indústria capixaba pode contribuir com pesquisa do Banco Mundial sobre ambiente de negócios no Brasil