SESI Viva+ apoia empresas na gestão estratégica de segurança e saúde no trabalho

Em plataforma disponível online, empresas contam com dados e informações sobre a saúde dos trabalhadores para o desenvolvimento de ações que reduzem custos e geram mais valor aos negócios

Está no ar o SESI Viva+ (www.sesivivamais.com.br), a nova plataforma online do Serviço Social da Indústria (SESI) que facilitará o acesso a informações e a tomada de decisões sobre investimentos em segurança e saúde dos trabalhadores na indústria. Esse canal reúne em ambiente único um conjunto de ferramentas, desde programas especializados, campanhas, conteúdos técnicos e canais de relacionamento para gestores da indústria  implementarem ações de  melhoria da gestão de SST e de estímulo à construção de um ambiente seguro e saudável.

Um dos principais focos de atuação do SESI Viva+ é o apoio às  empresas no atendimento a demandas legais relacionadas à SST e ao eSocial – sistema unificado do governo para envio das  informações fiscais, trabalhistas e previdenciárias dos trabalhadores. A plataforma disponibilizará para indústria um sistema para gestão dos programas legais, que reduzirão riscos de autuações por órgãos fiscalizadores.

Além disso, os dados sobre saúde e hábitos dos trabalhadores da indústria servirão  para o desenvolvimento de estudos epidemiológicos, em parceria com o Hospital Sírio-Libanês, para apoiar indústrias na prevenção de doenças e acidentes, na redução de custos com saúde e afastamentos, e na diminuição de custos com planos de saúde. As informações serão disponibilizadas em canais personalizados dentro da própria plataforma a parceiros, a indústrias que contrataram o SESI e a trabalhadores, que possuirão login para acesso.

Segundo o diretor-superintendente do SESI, Rafael Lucchesi, quanto antes as empresas consolidarem as informações de SST e alinhar com dados trabalhistas, mais preparadas estarão para evitar multas e desenvolver ações inovadoras para a redução de acidentes e doenças do trabalho e promoção da saúde no trabalhador. “Acidentes e doenças representam custos significativos para empresas independentemente das exigências legais”, diz. “Por isso, ao se trabalhar a gestão de SST de forma efetiva, com informações e dados consistentes, é possível melhorar a tomada de decisão sobre investimentos na área e, assim, obter tanto redução de custos quanto melhorar a produtividade e a imagem da empresa.”

INOVAÇÃO – A nova plataforma permitirá ainda a identificação de necessidades das indústrias por tecnologias que aumentem a segurança no trabalho e a saúde dos trabalhadores a serem desenvolvidas nos Centros de Inovação do SESI (www.inovacaosesi.org.br/apoio-sesi). Ao todo, são oito institutos focados em pesquisas nas áreas de prevenção da incapacidade, economia para saúde e segurança, ergonomia, sistemas de gestão de SST, longevidade e produtividade, higiene ocupacional, fatores psicossociais e tecnologias para a saúde.

Anualmente, mais de 4 milhões de pessoas são beneficiadas com programas de segurança e saúde no trabalho e 2 milhões de pessoas participam de ações de promoção da saúde ofertadas pelo SESI em todo o Brasil. Ao todo, são 50 mil indústrias atendidas pela instituição. Em 2017, foram realizadas 1,6 milhão de consultas médicas, 2,8 milhões de exames e 1 milhão de pessoas atendidas em campanha de vacinação promovida pela instituição. Recentemente, o SESI recebeu prêmio da Associação Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV) que reconhece a instituição como modelo em prestação de soluções de segurança e saúde no trabalho. No ano passado, o SESI foi pela quinta vez a marca mais lembrada em serviços de segurança e saúde no trabalho no prêmio Top of Mind da Revista Proteção, publicação especializada no tema.

EMPRESAS ATENTAS – Para as empresas a questão de SST ganha cada vez mais importância na estratégia dos negócios. Pesquisa do SESI de 2016 mostra que 71,6% das indústrias estão dando prioridade à gestão de segurança e saúde dos trabalhadores e, para 76,4% dos entrevistados, o grau de atenção da indústria brasileira ao tema deve aumentar nos próximos anos.

Essa crescente preocupação com o tema tem se convertido em redução dos acidentes no Brasil. Dados da Secretaria de Previdência do Ministério da Fazenda apontam que o número de acidentes de trabalho por grupo de 10 mil profissionais caiu mais de 25% entre 2007 e 2016 – de 137,8, em 2007, para 103,0, em 2016. “O setor avançou muito na última década e acreditamos que é possível reduzirmos ainda mais o número de afastamentos por doenças e acidentes do trabalho”, afirma Lucchesi.

 

CNI – Confederação Nacional da Indústria
Superintendência de Jornalismo

 

 

 

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