Findes comemora o Dia da Indústria

A indústria está presente no dia a dia dos cidadãos e representa um dos principais motores da economia global. Do tradicional pão com café ao moderno aplicativo para troca de mensagens pelo celular, a indústria transforma vidas, gera empregos e traz progresso para o Brasil. “Não se faz um país forte sem uma indústria forte”, lembra o presidente do Sistema Findes, Marcos Guerra, em celebração ao Dia da Indústria, comemorado nesta quinta-feira (25) – e a afirmação é reforçada pelos números.

Estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que, a cada real produzido pela indústria, R$ 2,32 são gerados para a economia brasileira. O índice fica acima do resultado alcançado pela agricultura (R$ 1,67) e pelo setor de serviços (R$ 1,51). “No Espírito Santo, a indústria representa a maior fatia da composição do PIB, com 38,9% – primeiro lugar do país. É o setor produtivo quem paga os melhores salários e exerce maior influência no crescimento econômico”, lembra Guerra.

Embora o país viva uma das maiores crises de sua história, a indústria capixaba registrou, no primeiro trimestre deste ano, a sexta melhor produção física industrial do país, com alta de 4%. O período é desafiador, classifica o presidente do Sistema Findes, mas o reaquecimento das indústrias extrativa e metalmecânica, a constância do setor de celulose e a retomada dos setores de alimentos e bebidas permitem vislumbrar um novo horizonte para o Estado.

Nacionalmente, a indústria teve influência direta na última prévia do PIB divulgada pelo Banco Central. A alta de 1,12% no trimestre, primeiro resultado positivo após oito trimestres de queda, é reflexo da alta moderada de 0,6% na produção física do país. “Não podemos esquecer que a indústria responde por 55% das exportações, 66% dos gastos em pesquisa e 30% da arrecadação tributária. É preciso reconhecer e valorizar o esforço de quem luta para gerar progresso”, ressalta Marcos Guerra.

Dia da Indústria

A data foi criada em território nacional para homenagear Roberto Simonsen, considerado o patrono da indústria brasileira e falecido em 25 de maio de 1948. Simonsen foi engenheiro, industrial, administrador, professor, historiador e político, e também membro da Academia Brasileira de Letras – ABL. Além disso, também foi presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Desde então, a data simboliza a importância de uma atividade que gera empregos, desenvolvimento e riqueza para o país.

Confira no infográfico abaixo alguns dados que atestam a importância da indústria para o Espírito Santo:

Por Fabio Martins e Rafael Porto

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