Findes cumprimenta deputados que valorizaram ensino profissionalizante no novo Fundeb

A Federação das Indústrias do Espírito Santo emitiu nota nesta sexta-feira (11), cumprimentando os deputados federais que apoiaram o novo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica – Fundeb, com a destinação de recursos para a educação profissionalizante.

O apoio ao ensino profissionalizante foi definido no chamado Destaque 6, que contou com os votos dos parlamentares: Josias Da Vitória, Soraya Manato, Evair de Melo e Lauriete. A Findes destacou também a atuação do deputado Felipe Rigoni, que foi o relator da matéria.

O texto-base do projeto de lei que regulamenta o novo Fundeb foi aprovado nesta quinta-feira (10) na Câmara dos Deputados. O Fundo é o principal mecanismo de financiamento da educação básica no país. O texto segue, agora, para o Senado.

O projeto de lei 4372/2020 regulamenta a Emenda Constitucional nº 108, de 2020, que representou um grande passo para a garantia do direito à educação com qualidade e equidade, a partir do aprimoramento do Fundeb. É esse fundo que disciplina a repartição de recursos vinculados à manutenção e ao desenvolvimento da educação básica pública nos Estados da federação.

Para que haja a efetiva implementação da reforma do ensino médio, de acordo com a Findes, torna-se imprescindível prever fontes de recursos que garantam a oferta dos itinerários de formação técnica e profissional, por meio de trajetórias de formação profissional que garantam a inserção qualificada de jovens no mundo laboral.

“Essa é uma agenda que vem sendo acompanhada com atenção pela Federação das Indústrias, porque está diretamente relacionada à qualificação da mão de obra e à produtividade do país”, afirma a presidente da Findes, Cris Samorini.

A Cris Samorini destaca que a maioria dos países industrializados preocupa-se com a formação da mão-de-obra especializada para o setor produtivo. Na média da OCDE, 50% dos jovens matriculados no ensino médio fazem educação profissional. No Brasil, esse percentual não chega a 10%.

A taxa de desemprego dos jovens brasileiros, entre 18 a 24 anos de idade, alcançou 27,1% no primeiro trimestre de 2020, segundo dados IBGE. A dificuldade de inserção dos jovens no mercado de trabalho é precedida pela falta de qualificação profissional adequada.

O novo Fundeb, com a destinação de recursos para ensino profissionalizante, dará decisiva contribuição para o Brasil superar essa deficiência, destaca Cris Samorini.

“Expressamos o nosso reconhecimento aos deputados e deputadas que apoiaram essa importante iniciativa para o desenvolvimento do país”, destaca Cris.

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