O Senai-ES conquistou mais duas medalhas no desafio individual na manhã deste domingo (12). As provas aconteceram simultaneamente, com temas surpresas. Os alunos Rodrigo Alves, do Senai Aracruz, e Rafael Ribeiro Barbosa, do Senai Vila Velha, ficaram em terceiro lugar e receberam a medalha de bronze.

Competindo com os Estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e Rio Grande Norte, Rodrigo teve a tarefa de realizar uma programação e simulação da fabricação de uma peça, utilizando um software simulador de uma máquina com comando numérico computadorizado. Para ele a tarefa foi fácil, mas lhe faltou atenção durante a programação. “Eu estava bastante preparado, mas errei um pequeno detalhe que fez toda a diferença. Mesmo assim estou muito feliz com o terceiro lugar e vou levar todo esse aprendizado para a minha vida”, contou o aluno do curso técnico em Mecânica, que faz parte da equipe ‘Carro Conceito Compartilhável”. Em primeiro lugar ficou o Estado de Paraná, e em segundo o aluno de São Paulo.

Já o aluno Rafael, se surpreendeu com a colocação. Pela primeira vez participando de uma Olimpíada e competindo na modalidade ‘Construção’, ele usou os conhecimentos adquiridos no curso técnico em Edificações para completar o desafio. “Eu nunca havia trabalho com estrutura de blocos, mas me concentrei muito. Só tenho a agradecer ao Senai-ES pela oportunidade de participar da Olimpíada”, afirmou Rafael, que integra a equipe da ‘Casa Popular Inteligente’. Quem conquistou a medalha de ouro foi o aluno de Rondônia, e a de prata, Santa Catarina.

Olimpíada do Conhecimento 

A Olimpíada do Conhecimento é a maior competição de educação profissional das Américas. Realizada pelo Senai e o Sesi, a competição ocorre de dois em dois anos em diferentes cidades do Brasil. Neste ano, o torneio, que começou na quinta-feira, dia 10 e termina hoje (13), reúne 1.200 competidores em uma estrutura de 50 mil metros quadrados, montada na área externa do Ginásio Nilson Nelson, em Brasília. Eles competiram nas seguintes modalidades:

 

Por Natália Magalhães

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